20 maiores sambistas de todos os tempos eleitos pelo Curta Mais Brasília

1. Alcione

Alcione Dias Nazareth, a Marrom, nasceu em São Luís do Maranhão em 21/11/1962. Começou cantando na noite, levada pelo cantor Everardo. Após ter feito excursão por países da América do Sul, morou na Europa por dois anos. Voltou ao Brasil em 1972 e três anos depois ganhou o primeiro disco de ouro através do primeiro LP, A voz do samba (1975). “Não Deixe O Samba Morrer” quando começou a ser executada nas rádios do país, permaneceu 22 semanas em primeiro lugar nas paradas de sucesso.

Alcione faz show em Brasília, no dia 13 de agosto às 21h30, no NET Live Brasília, com valores promocionais Curta Mais Por Menos a partir de R$45,00.

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2. Diogo Nogueira

Esteve nas rodas de samba do pai ao longo de toda a infância e adolescência, mas virou jogador de futebol, seguindo uma vontade do pai, o músico João Nogueira. Diogo Nogueira chegou a atuar pelo Cruzeiro de Porto Alegre, em 2005, após se destacar em jogos da várzea carioca. Ele assinaria um contrato com o empresário Baidek, mas teve uma lesão no joelho e voltou ao Rio de Janeiro. Novamente na sua terra natal, Diogo passou a frequentar rodas de samba e formou uma banda própria. Também assinou contrato com a gravadora EMI. Com o álbum “Diogo Nogueira Ao Vivo”, Diogo se lançou na carreira de cantor solo.

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3. Beth Carvalho

A carreira de Beth Carvalho se originou na Bossa Nova. Beth Carvalho tem atualmente 50 anos de carreira e uma discografia de 33 discos e 4 DVDs. Com “Beth Carvalho Ao Vivo no Parque Madureira”, passa a ter 34 discos e 5 DVDs lançados. A cantora já recebeu seis Prêmios Sharp, 17 Discos de Ouro, nove de Platina, dois DVDs de Platina, além de centenas de troféus e premiações.

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4. Arlindo Cruz

Arlindo Domingos da Cruz Filho, mais conhecido como Arlindo Cruz, nasceu em 14/11/1958 no Rio de Janeiro é um músico brasileiro, compositor e cantor de samba e pagode. Arlindo Cruz participou do grupo Fundo de Quintal. Hoje em dia Arlindo prossegue em carreira solo, da Madureira do Império Serrano e do Pagode do Arlindo, das rodas de partido-alto de quartas à noite e domingos à tarde na quadra do bloco carnavalesco Cacique de Ramos.

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5. Paulinho da Viola

Quando começou a carreira, Paulinho foi parceiro de nomes ilustres do samba carioca, como Cartola, Elton Medeiros e Candeia. Além de se destacar no cenário de samba, também é compositor de choros; é tido como um dos mais talentosos representantes da MPB. Destaque para as faixas “Foi Um Rio Que Passou Em Minha Vida” e “Coração Leviano”.

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6. Martinho da Vila

Da “nova geração”, temos Martinho da Vila como um dos maiores exemplos de sambistas. Aliás, não só sambista, mas Martinho é um egítimo representante da MPB e compositor eclético; já trabalhou com o folclore, ciranda, frevo, samba de roda, capoeira, bossa nova, calango, samba-enredo, toada e sambas africanos.

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7. Riachão

Nascido em 1921, na Bahia, Riachão é um sambista do Brasil, um dos mais reconhecidos do país, ao lado de Nelson Sargento, Dona Ivone Lara e mais alguns outros da velha guarda. Compôs sucessos como Cada Macaco no seu Galho, Vá morar com o Diabo, Retrato da Bahia.

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8. Nelson Sargento

Nelson Sargento, nome artístico de Nelson Mattos, é compositor, cantor, pesquisador da música popular brasileira, artista plástico, ator e escritor brasileiro. Nascido no Rio de Janeiro, em 1924, escreveu sucessos como Agoniza mas não morre, Falso amor sincero.

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9. Zeca Pagodinho

Zeca Pagodinho, nome artístico de Jessé Gomes da Silva Filho, é um cantor e compositor brasileiro. Gravou mais de 20 discos e é considerado um grande nome do gênero samba e pagode.

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10. Sombrinha

Montgomery Ferreira Nunis, mais conhecido como Sombrinha, é um cantor, compositor, cavaquinista, bandolinista, banjoísta e violonista brasileiro. É fundador do grupo Fundo de Quintal, nascido em 1959 em São Vicente/SP.

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11. Dona Ivone Lara

Yvonne Lara da Costa, mais conhecida como Dona Ivone Lara, é uma cantora e compositora brasileira, é a matriarca do samba, também chamada de A Rainha do Samba.

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12. Candeia

Nasceu em agosto de 1935 e faleceu em 1978. Sambista e boêmio, o pai tocava flauta em rodas de choro e samba na década de 1930 e é considerado o idealizador das Comissões de Frente das escolas de samba.

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13. João Nogueira

João Nogueira, pai de Diogo Nogueira, nasceu no dia 12/11/1941 e faleceu há 16 anos. Cresceu no meio do samba e do choro: seu pai era violonista e chegou a tocar com Noel Rosa. A casa da família, no Méier, zona norte da capital fluminense, era frequentada por Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Donga e João da Baiana. João Nogueira deu seus primeiros acordes no violão para acompanhar o pai, que morreu precocemente, quando o sambista tinha apenas dez anos. Ele se definiu como “sambista de calçada”: não era do morro, não foi forjado pela tradição das escolas de samba e tampouco era da zona sul carioca, com o berço de classe média. João Batista Nogueira Júnior – ou, simplesmente João Nogueira – cantava o que via nas ruas suburbanas do Rio de Janeiro, a boemia dos botequins, a malandragem, as histórias cariocas e também os sentimentos humanos com a musicalidade inata dos grandes sambistas, influenciado pelo som de Wilson Batista, Geraldo Pereira e Noel Rosa.

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14. Cartola

Natural do Rio de Janeiro, Cartola é considerado por muitos como o maior sambista brasileiro. Algumas de suas principais músicas são “As Rosas Não Falam”, “O Mundo é um Moinho” e “Preciso Me Encontrar”, entre outras.

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15. Pixinguinha

O carioca Alfredo da Rocha Vianna Filho, conhecido como Pixinguinha, foi um Maestro, flautista, saxofonista, compositor e arranjador brasileiro.

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16. Noel Rosa

Noel teve e tem extrema importância para a música brasileira. Além de exemplar sambista, Noel também se consagrou como bandolinista e violonista. Principais canções: “Com Que Roupa?”, “Conversa de Botequim” e “Gago Apaixonado”, entre outras.

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17. Adoniran Barbosa

Em terra da paulista, Adoniran é rei. O músico também foi humorista e ator, mas, indiscutivelmente, sua praia é o samba. Que o digam os fãs de “Trem das Onze” e “Saudosa Maloca”, dois dos maiores sucessos de Adoniran.

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18. Bezerra da Silva

Bezerra nem sempre foi sambista. No princípio, dedicava-se a gêneros nordestinos – como o coco – até se transformar em um dos principais expoentes do samba. Usando a música, passou sua mensagem sobre os problemas sociais encontrados dentro das comunidades, se colocando no limite da marginalidade e da indústria musical. Algumas das mais marcantes canções são “A Semente” e “Malandragem Dá Um Tempo”.

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19. Ataulfo Alves

Ataulfo Alves foi um compositor e cantor de samba brasileiro, um dos sete filhos de um violeiro, acordeonista e repentista da Zona da Mata chamado “Capitão” Severino. Ataulfo, que aos oito anos já escrevia versos, consagrou as músicas “Na Cadência do Samba” e “Meus Tempos de Criança”.

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20. Agepe

O sambista ficou conhecido como Agepê pela junção das iniciais do seu nome (Antônio Gilson Porfírio). Nascido no Rio de Janeiro, em 1942, iniciou seu interesse pela música quando ainda trabalhava como técnico da Telerj, antiga companhia telefônica do Rio de Janeiro. Teve vários sucessos, como “Menina dos cabelos longos”, “Cheiro de primavera”, “Me leva”, “Moça criança” e “Lá vem o trem”.

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