GDF: Mais um passo na produção de energia limpa no DF

Mais um passo na produção de energia limpa no DF

Usina fotovotaica é inaugurada em São Sebastião. Consolidação da matriz energética é uma das metas do Plano Estratégico 2019-2060

Diversificar a matriz energética do Distrito Federal é fundamental para garantir o futuro e a qualidade de vida dos brasilienses. Nesse sentido, o Governo do Distrito Federal (GDF) vem apoiando a geração de energia limpa, como a fotovotaica (emitida pela luz solar), e a aplicação de novas tecnologias capazes de atender as demandas da cidade.

Na manhã deste sábado (7), mais uma usina de energia solar foi instalada por aqui, desta vez em São Sebastião. Com 9 mil placas para capitação da luz do sol que será convertida em eletricidade, a PO Energy chega ao mercado e traz consigo a capacidade de produzir 1,5 milhão de quilowatts/hora ao ano – o suficiente para abastecer 2,8 mil residências populares. O governador em exercício Paco Britto participou da inauguração.

Por ser fonte de geração renovável, a energia fotovoltaica contribui positivamente na redução de emissões de gases de efeito estufa com impacto positivo de milhares de toneladas de CO2 que deixam de ser emitidos na atmosfera. “Consolidar a matriz de energia limpa como base do futuro do Distrito Federal é uma das metas do Plano Estratégico 2019-2060 do GDF. Trata-se de um objetivo a ser buscado pelo Executivo até o centenário de Brasília”, ressaltou Paco.

Energia elétrica
Praticamente toda a eletricidade consumida em Brasília não é gerada no Distrito Federal.  A matriz energética daqui é amplamente representada pela energia de origem hidrelétrica: cerca de 80% proveniente de Furnas e 20% de Itaipu. Isso representa uma dependência do Sistema Interligado Nacional (SIN). Inicialmente a PO Energy irá abastecer os prédios comerciais do Grupo Paulo Octavio. No horário de pico, das 12h às 13h, a PO Energy terá capacidade de produzir 3 megawatts de potência.

Um estudo da WWF Brasil feito em 2016 sobre o potencial da energia solar fotovoltaica de Brasília revelou que a capital federal possui diversas razões para ser a impulsionadora da energia solar no país. No coração do Brasil, a capital tem um período seco que dura quase seis meses do ano e é beneficiada pelos índices de irradiação solar – o recurso solar do Centro-Oeste é equivalente ao encontrado na região Nordeste e uma das melhores irradiações da região se encontra no Distrito Federal.

Assim, segundo o estudo, basta instalar placas fotovoltaicas em 0,41% da área do DF para gerar, com energia solar, toda a eletricidade consumida na região.

Exemplo
Os primeiros passos já vêm sendo dados. Desde 2017, a Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) usa energia solar durante o dia e só liga a energia fornecida pela Companhia Energética de Brasília (CEB) à noite. “A expectativa é de que, com novos empreendimentos apoiados, principalmente, pelo GDF, ações como essa se repliquem”, aposta Paco Britto.

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