FeLiB leva o mundo mágico da literatura a escolas públicas

Projeto irá distribuir gratuitamente 225 livros para bibliotecas das escolas, além de promover atividades de contações de histórias e encontro com autores.

Com o objetivo de estimular a leitura e a produção literária, a 36ª Feira do Livro de Brasília vai levar a primeira edição do projeto itinerante a 15 escolas públicas do Distrito Federal. A iniciativa, , que integra a programação da edição 2020 da FeLiB, é dividida em duas partes, a primeira será realizada entre 9 e 13 de dezembro, e beneficiará estudantes das primeiras séries do ensino fundamental, em Sobradinho e Fercal.

A 1ª edição da FeLiB Itinerante pretende despertar o gosto pela leitura a partir do método lúdico de contação de histórias. Na primeira etapa da FeLiB Itinerante, esse processo pedagógico será realizado pela contadora de história Nyedja Gennari. Especializada em literatura e graduada em ciências da educação, ela lecionou por 23 anos no ensino fundamental e, há 7 anos, decidiu se dedicar à atividade de contar histórias.

Já o contato com a produção literária fica a cargo do encontro com o escritor, jornalista, músico e mediador de leitura do projeto “Roedores de Livros”, Tino Freitas. Com 20 obras publicadas, ele já foi selecionado para o Catálogo de Bologna, Itália (2011, 2013, 2014, 2015 e 2017); foi vencedor de 4 Selos Altamente Recomendável para Criança da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (2011, 2012, 2013 e 2014); e integrou por cinco anos a seleção “Os 30 Melhores Livros Infantis do Ano”, da Revista Crescer (2010, 2011, 2014, 2016 e 2017).

2ª etapa – A segunda parte do projeto ocorre em fevereiro de 2020 e contemplará outras dez escolas, em Planaltina e Sobradinho II. Nessa etapa, Rose Costa e William Reis serão responsáveis pela contação de histórias. Já os autores Alessandra Roscoe e Romont Willy apresentarão o mundo da produção literária aos estudantes. Ao fim, cada unidade visitada receberá 15 livros, totalizando 225 obras entregues gratuitamente.

De acordo com os organizadores, de um modo geral, o cidadão brasileiro lê pouco e tem grande dificuldade para compreender o que lê. A baixa compreensão leitora e o precário domínio da escrita se convertem em fragilidade estrutural. E isso traz uma condição de exclusão, que agudiza as desigualdades e limita o acesso a saberes indispensáveis à promoção da cidadania.

Realização

O projeto é realizado pelo Instituto Latinoamerica, com apoio da Câmara do Livro do Distrito Federal, e conta com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

* Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa 

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